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General

Uma aula de história no dia dos 205 anos da Imprensa Nacional

Em nova demonstração de que a trajetória da Imprensa Nacional se confunde com a história do Brasil, um desfile de personalidades influentes do País aconteceu durante a celebração dos 205 anos da Casa, após a colaboradora Clésia Santos interpretar o Hino Nacional e sargento Theanys, da Polícia Militar do Distrito Federal, puxar o “Parabéns pra você”. Anúncios no Diário Oficial da União, um painel nos jardins e uma entrevista do diretor-geral, Fernando Tolentino, à radio Globo DF também reverenciaram este 13 de maio.

13 de maio de 2013

Numa bem-humorada encenação de servidores e colaboradores, Marli Dorneles incorporou Carlota Joaquina, que logo se fez acompanhar pelo esposo Dom João VI, interpretado por Edmur Tabosa. Ato seguinte, a Família Real portuguesa se sentou à mesa, já composta por Dom Pedro I e sua esposa, a imperatriz Maria Leopoldina, ressuscitados no colaborador Leonardo Silva e na servidora Ana Claudia Camargo. A Corte se completou com a chegada de Dom Pedro II e filha, a princesa Isabel, ressurgidos nas peles de Geraldo Sebastião e de Alessandra Sene.

Como todos mantinham vínculos com a Casa, também sentaram-se à mesa Machado de Assis — patrono da Imprensa Nacional — vivido por Wanderley Chagas — e Joana França Stockmeyer, primeira mulher admitida no serviço público, o que lhe valeu o título de  patrona da servidora pública brasileira, bem à vontade na pessoa de Maria de Lourdes Pereira. Da mesa, o diretor-geral Fernando Tolentino viu cada personagem se acomodar a seu lado. Mais tarde, ele observaria que a Comissão de Eventos, “mesmo com parcos recursos, acrescentou muita entrega e simbologia ao dia de hoje”. A aula de história chegou ao final com a leitura da autobiografia pelos próprios personagens do dia, com destaque para suas principais realizações.

 IN Homenageia Jornal “O Patriota”

Desde 13/5,  uma placa em aço lembrará os 200 anos do periódico “O Patriota”, primeiro jornal literário e científico do Brasil, impresso em janeiro de 1813 na então Impressão Régia, hoje Imprensa Nacional. Para lembrar que “O Patriota” é mais um pioneirismo da Casa, o diretor-geral descerrou a placa ao lado dos personagens Machado de Assis e Joana França Stockmeyer, no ato representando os servidores da Casa. Na ocasião, a personagem Carlota Joaquina lembrou que ela mesma fora uma dos assinantes do jornal. “Com seu trabalho, os servidores da Imprensa Nacional contribuem para que a transparência aconteça todo dia em nosso País”, reconheceu Tolentino. A placa de "O Patriota" ficará exposta no saguão do prédio, ao lado das homenagens idênticas ao Decreto de criação da Impressão Régia, à Gazeta do Rio de Janeiro (primeiro jornal impresso no Brasil) e ao primeiro número do Diário Oficial, lançada em 1º de outubro de 1862.