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Acervo

Busto de D. João VI

Busto de D. João VI

A imprensa chegou tarde ao Brasil: 1808. Trezentos e cinquenta e oito anos após o invento de Gutenberg. Mas chegou. E chegou graças ao príncipe regente D. João, que à frente da família real portuguesa, veio para o Brasil. E, no Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1808 (dia de seu aniversário), criou a Impressão Régia, hoje Imprensa Nacional, que nesse mesmo dia publicou um livro com atos oficiais — o primeiro do Brasil.

Estátua e busto de Gutenberg — O inventor da imprensa

Estátua e busto de Gutenberg — O inventor da imprensa

O Pai da Imprensa, o alemão Johannes Gensfleisch Gutenberg, é homenageado pelo Museu da Imprensa com uma rara estátua de 1m71 de altura, produzida na Europa em meados do século XIX. Igualmente raro e valioso é o busto em bronze de Gutenberg, assinado pelo francês Chardigny-François Barthélemy (1757–1813), doado pelo colecionador de artes Roberto de Bulhões Natal.

Herma Hipólito José da Costa

Herma Hipólito José da Costa

“Aqui, neste Museu da Imprensa, repousa definitivamente o Patrono da Imprensa Brasileira”. Eis o que diz a lápide da herma onde repousam desde 4 de julho de 2001 os restos mortais do jornalista Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça, Patrono da Imprensa Brasileira por decreto presidencial de 2000.

Impressora Marinoni

Impressora Marinoni

Esta impressora é, de tão importante, um bem cultural não só de Brasília, mas também do Brasil. Por que a Marinoni foi – e é – tão importante? Por que, enfim, é mais do que uma máquina um bem cultural? Sua história é marcada por feitos grandiosos, que significaram inestimáveis serviços à cidadania, à democracia, por meio da informação das leis – impressa por ela. Uma história que, além disso, tem muito a ver com Brasília.

Impressoras minervas

Impressoras minervas

O visitante do Museu da Imprensa encontra duas antigas máquinas de impressão tipográficas, conhecidas no universo gráfico como minervas. Também chamadas de máquinas de platina, foram largamente utilizadas no Brasil, embora muitas ainda estejam funcionando no interior do País. Vale lembrar que existem em todo o território nacional 2.200 gráficas, a maioria de pequeno porte.

Linotipos

Linotipos

O Museu da Imprensa exibe duas linotipos. Trata-se de um tipo de máquina de composição de tipos de chumbo, inventada em 1884 em Baltimore, nos Estados Unidos, pelo alemão Ottmar Mergenthaler. O invento foi de grande importância por ter significado um novo e fundamental avanço na história das artes gráficas. A linotipia provocou, na verdade, uma revolução porque venceu a lentidão da composição dos textos executada na tipografia tradicional, onde o texto era composto a mão, juntando tipos móveis um por um. Constituía-se, assim, no principal meio de composição tipográfica até 1950.

Máquina de fotografia

Máquina de fotografia

Adquirida pela Imprensa Nacional em meados dos anos 40 do século XX. Usada na tipografia para produzir capas de livros. A fotogravura – etapa de pré-impressão – foi introduzida nas artes gráficas em 1880. Fazia a gravação fotográfica em chapas de zinco (clichê a traço ou reticulado).

Máquina fotomecânica

Máquina fotomecânica

No estado das artes gráficas, esse equipamento de pré-impressão reinou de forma soberana ao longo da segunda metade do século XX, tendo especial destaque como coadjuvante da impressão em ofsete. Nas operações fotomecânicas, utilizavam-se três tipos de câmaras fotográficas: horizontal, vertical e autovertical. No início do século XXI, o equipamento foi desativado pelos avanços da informática.

Máquinas pautadeiras

Máquinas pautadeiras

O Museu da Imprensa exibe modelos dessas máquinas, de origem norte-americana. Um é de 1922 e a outra máquina é de 1925. Operaram, por décadas, na área gráfica da Imprensa Nacional, no Rio de Janeiro. Mas trabalhos foram feitos também em Brasília.

Planta da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro

Planta da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro

Uma peça — representação cartográfica — de singular valor histórico e artístico. É a mais antiga do acervo do Museu da Imprensa. Trata-se das chapas originais de cobre, gravadas em água forte (ácido) e buril (instrumento usado na execução de gravuras em metal e madeira), por ordem do príncipe regente D. João no ano de 1808, alguns meses após a chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro.

Prelo Conde da Barca

Prelo Conde da Barca

Máquina de impressão tipográfica, de madeira e bronze, produzida em 2008 para as comemorações dos 200 anos da Imprensa Nacional.

Prelo Machado de Assis

Prelo Machado de Assis

Uma das peças mais valiosas, e, por isso, mais admiradas, pelos visitantes. Nesta rudimentar impressora, trabalhou, como aprendiz de tipógrafo, o escritor Joaquim Maria Machado de Assis – fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras e, de forma unânime, considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira.

Rotativa Leopoldo de Bulhões

Rotativa Leopoldo de Bulhões

Primeira rotativa de grande porte importada pelo Brasil. A compra ocorreu no Governo Rodrigues Alves para servir à Imprensa Nacional. A aquisição foi realizada em 1902 pelo ministro da Fazenda José Leopoldo de Bulhões Jardim, que esteve à frente das finanças nacionais de 1902 a 1906. Em homenagem, a impressora ganhou o seu nome.