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Complexo Cultural da Imprensa Nacional

Museu da Imprensa

Inaugurado em 13 de maio de 1982, o Museu da Imprensa ostenta um rico acervo de mais de 500 peças e documentos, cuidadosamente preservados num prédio de 680 metros quadrados, localizado nos jardins da Imprensa Nacional. Entre as raridades do Museu destaca-se a planta em cobre da então cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, produzida entre 1808 e 1812. Outra preciosidade é o prelo Machado de Assis, no qual o autor de Dom Casmurro trabalhou como aprendiz de tipógrafo, de 1856 a 1858. Em reconhecimento a essa fase da sua vida profissional, Machado de Assis é patrono da Imprensa Nacional, por decreto do Presidente da República, de 13 de janeiro de 1997.

Além de outras peças raras, o Museu abriga o monotipo utilizado pela primeira mulher a trabalhar no serviço público no Brasil, Joana França Stockmeyer, homenageada como Patrona da Servidora Pública Brasileira, também por decreto presidencial de 5 de março de 2008. Nos jardins da Imprensa Nacional, os restos mortais do patrono da imprensa brasileira, jornalista Hipólito José da Costa, repousam em um monumento. Entre as incorporações recentes, destaca-se o prelo Conde da Barca, uma réplica dos prelos trazidos, em 1808, pela Família Real Portuguesa, e que deram origem à Impressão Régia, atual Imprensa Nacional. A apresentação dessa peça ao público ocorreu em maio de 2008, durante as comemorações do bicentenário da Casa.

A montagem de exposições de coberturas jornalísticas recentes consolida o espaço na condição de museu da imprensa brasileira, como atestam as mostras temáticas dos vinte anos das Diretas Já, dos quarenta anos do movimento estudantil brasileiro de 1968 e dos cinquenta anos de Brasília. Em 2010, adicionaram-se as exposições das primeiras capas dos Diários Oficiais e de muitos jornais brasileiros.

Na parte do Museu ao ar livre, encontra-se a impressora rotativa Ministro Vicente Ráo, que imprimiu o primeiro  Diário Oficial na nova capital recém-inaugurada, em 1960. Exemplares de teste desta edição autografados pelo presidente Juscelino Kubitschek estão disponíveis ao visitante. Outro exemplar histórico data de 14 de maio de 1888, com a Lei nº 3.353, de 13 de maio, que extinguiu a escravidão no Brasil.

O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h. Informações e agendamento de visitas com a Central de Atendimento, pelo número (0XX61) 3441-9450.

Concurso do Museu da Imprensa

Em 2012, o Concurso do Museu da Imprensa alcançou sua 14ª edição, distribuído nas categorias Monografia (universitários), Poesia (ensino médio), Redação e Desenho (ensino fundamental). Em média, o concurso reparte uma premiação de R$30.000,00 (trinta mil reais) a estudantes de instituições de ensino públicas e privadas de todo Brasil. O certame busca despertar nos estudantes o interesse pela visitação a museus e instituições históricas. O patrocínio vem da Caixa Econômica Federal, com apoio da Associação Brasileira dos Municípios-ABM e parceria da Associação dos Servidores da Imprensa Nacional-Asdin.

Os temas de 2012 foram os seguintes:

  • Desenho — Museu da Imprensa;
  • Redação — Diário Oficial da União: 150 anos publicando a história do Brasil;
  • Poesia — Jornal virtual x jornal impresso;
  • Monografia — Os jornais alternativos na ditadura militar.

Auditório Dom João VI

O Auditório D. João VI destina-se à realização de atividades institucionais de responsabilidade da Instituição e da Casa Civil da Presidência da República. Inaugurado em 26 de outubro de 1981, possui 350 lugares distribuídos em um ambiente munido de equipamentos de som e imagem.

Nesse espaço podem ser realizados congressos, convenções, seminários, conferências, encontros acadêmicos, simpósios e outras manifestações de caráter cívico, educativo, cultural, religioso, artístico e associativo, entre outros, conforme a disponibilidade de agenda e legislação vigente.

Pessoas jurídicas, de direito público ou privado, mediante pedido formal, podem utilizar o auditório, desde que se submetam às normas respectivas, inclusive com relação ao pagamento de taxa correspondente. Tais pedidos devem ser encaminhados por escrito, via fax, ou correio eletrônico, especificando o caráter do evento; número de participantes; período de realização e horário, entre outros dados.

O palco do auditório abrange uma área com 14,80m de largura por 8,10m de profundidade e 4,93m de altura. Informações a respeito de reservas do espaço com a Central de Atendimento, pelo telefone (0XX61) 3441-9450.

Biblioteca Machado de Assis

Os bens e o acervo da biblioteca retornaram da Advocacia-Geral da União para a Imprensa Nacional com a publicação do Decreto nº 6.482, de 12 de junho de 2008.

Em julho do mesmo ano, a biblioteca passou a denominar-se Biblioteca Machado de Assis, por meio da Portaria nº 194, de 24 de julho de 2008, em homenagem ao renomado escritor, que trabalhou como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional.

Entre outras incumbências, à Biblioteca Machado de Assis cabe dotar a Instituição de infraestrutura bibliográfica necessária às suas atividades; elaborar e divulgar pesquisas bibliográficas e legislativas; catalogar e registrar a legislação federal publicada no Diário Oficial da União e manter intercâmbio com instituições nacionais e estrangeiras para ampliar as possibilidades de atendimento às necessidades de informação do cidadão-usuário.

A Biblioteca Machado de Assis está em fase de reestruturação. Funcionará no 1º andar do prédio da Imprensa Nacional, com atendimento ao público de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h.